Treinamento dentro da operação real
O conteúdo pode ser aplicado na fazenda ou empresa, usando a máquina, o grão e a estrutura existentes. Isso facilita transformar conceitos em rotina de trabalho.
Antes, durante e depois
A equipe aprende inspeção pré-operação, pontos de segurança, lubrificação, regulagem, leitura de água e inoculante, amostragem, controle de produtividade e registros ao final do turno.
Granulometria como ferramenta de regulagem
Peneiras, DGM e DPG ajudam o operador a entender por que uma regulagem foi alterada. O treinamento não depende apenas de decorar posições de alavancas ou distâncias.
Padronização entre turnos
Checklists e indicadores tornam a transição entre operadores mais previsível. O objetivo é que o padrão de produto não mude simplesmente porque mudou o turno.
Informações para dimensionar o serviço
- Inspeção e segurança antes da partida.
- Regulagem e avaliação de granulometria.
- Controle de água, inoculante e vazão.
- Produtividade e registro por lote.
- Armazenamento e inspeção de silo-bolsa.
Perguntas frequentes
O treinamento pode ser feito para equipe própria?
Sim. O programa é adaptado à realidade da empresa, número de participantes e equipamentos.
É somente teórico?
Não. O foco é conectar conceitos com prática, regulagem, amostras e rotina operacional.
Pode incluir leite e corte?
Sim. O conteúdo técnico pode ser direcionado ao uso do grão na realidade nutricional do cliente.
Atendimento técnico-comercial
Para proposta, informe grão, volume, cidade/estado, umidade aproximada, sistema de armazenagem e janela prevista. A MillS avalia logística, capacidade e escopo antes de definir a solução.
A disponibilidade de máquinas, equipes, transporte e materiais depende de agenda, distância e volume da operação.

